Esta semana foi publicada
no site O GLOBO CIÊNCIA uma reportagem a respeito do agravamento das mudanças
climáticas em decorrência da expansão da agricultura. De acordo com a reportagem,
se o ritmo da exploração agrícola for mantido, mais de 20% de florestas ou
pradarias em países em desenvolvimento devem ser convertidos em lavouras até
2030. Com esta conversão, além de causar grande
impacto na biodiversidade, o uso do solo deverá acelerar as mudanças climáticas,
pois o solo contém grande quantidade de carbono na forma de matéria orgânica
(cerca de 2,2 trilhões de toneladas) e dependendo do seu manejo, podem ser uma
importante fonte ou sumidouro de carbono.
Além da
contribuição com o efeito estufa, a produtividade das plantas será afetada e o solo
continuará a enfrentar grandes problemas com erosão, resultado do plantio
insustentável.
O
Brasil é citado no relatório como um exemplo positivo. Mudanças nas lavouras de
soja, como plantio direto (que diminui a erosão do solo) e sistemas de rotação
de culturas levaram a uma taxa de sequestro de 0,41 toneladas de carbono
orgânico do solo por hectare por ano. Na
reportagem também é mencionado o número de usinas nucleares que deveriam ter
sido fechadas, porém, de 138 reatores, apenas 17 deles foram fechados até o
momento. Os assuntos podem parecer desconexos, mas ambos estão relacionados à produção
de alimentos e combustíveis enquanto luta contra as alterações climáticas, lindando
com resíduos perigosos.
Para ler esta reportagem
na íntegra, clique aqui.







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